Copa Libertadores da América de 1995

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Copa Libertadores da América de 1995
XXXVI Copa Libertadores de América
Logo da CONMEBOL, organizadora do torneio.
Dados
Participantes 21
Organização CONMEBOL
Local de disputa Bandeiras da América do Sul.gif América do Sul
Período 8 de fevereiro30 de agosto
Gol(o)s 279
Partidas 91
Média 3,07 gol(o)s por partida
Campeão Brasil Grêmio (2º título)
Vice-campeão Colômbia Atlético Nacional
Melhor marcador Brasil Jardel (Grêmio) – 12 gols
Melhor ataque 16 gols:
Melhor defesa Argentina River Plate – 3 gols
Maiores goleadas
(diferença)
Sporting Cristal Perú 7 – 0 Bolívia Jorge Wilstermann
Estádio San Martín de Porres, Lima
17 de março, Grupo 5
 
Palmeiras Brasil 7 – 0 Equador El Nacional
Estádio Parque Antárctica, São Paulo
4 de abril, Grupo 4
Média pessoas por partida
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A Copa Libertadores da América de 1995 foi a 36ª edição da competição de futebol realizada todos os anos pela Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL). Equipes das dez associações sul-americanas participaram do torneio. A partir desta edição, as vitórias tiveram o valor de três ao invés de dois pontos, de acordo com as regras da FIFA.

O Grêmio[1] conquistou o seu segundo título da competição ao superar o Atlético Nacional. O clube brasileiro derrotou o colombiano na partida de ida da final, realizada no Olímpico, em Porto Alegre por 3 a 1; depois empatou por 1 a 1 no Estádio Atanasio Girardot, em Medellín.

Com o título, o clube pôde disputar a Mundial de Clubes de 1995, contra o Ajax, da Holanda, campeão da Liga dos Campeões da UEFA de 1994-95 e a Recopa Sul-Americana de 1996.

Troféu da Copa Libertadores da América de 1995, conquistado pelo Grêmio.

A Copa

Atlético Nacional, Campeão da Libertadores de 1989

Criada no ano de 1960, a Taça Libertadores da América já havia contado com a presença do Imortal Tricolor, que estreou na competição continental em 1982, conquistou em 1983, foi vice em 1984 e participou em 1990. O Grêmio chegava a sua quinta participação em um status diferenciado daquele da segunda disputa, era um dos favoritos, mas, como sempre, existia aquele que era o principal rival, mais forte e preparado, era o Palmeiras, candidatíssimo a conquista daquele ano.

Muita coisa havia mudado dos anos 80 para cá, Peñarol, Independiente, Estudiantes e Nacional, as forças máximas do futebol da década anterior, já não eram as estrelas da competição, dando lugar a outros destaques que ocupariam o cenário futebolístico sul-americano com igual importância, como River Plate, Olímpia, Cerro Porteño, Boca Juniors e América de Cali. Do lado brasileiro não eram mais o Flamengo que, com o Grêmio, dominava o cenário nacional, mas São Paulo e Palmeiras que agora faziam frente ao Tricolor na busca dos títulos de 90.

Pré-Jogo

Munticampeão nos anos 80, o Grêmio terminava uma década de ouro em grande estilo, um Mundial, uma Libertadores, um Campeonato Brasileiro, seis Gauchões e, para finalizar, uma Copa do Brasil recém criada em 1989. Todos os anos era uma disputa de títulos, fato que prosseguiu em 1990 na conquista da Supercopa do Brasil e no terceiro lugar do Brasileirão do mesmo ano.

Apesar de promissora, a vida gremista não foi só mar de rosas. Após uma ótima campanha no ano anterior, em 1991 o Tricolor sofria sua maior derrota, o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. A situação era caótica, a apresentação de 1990 e o vice-campeonato da Copa do Brasil de 91 não prenunciavam o futuro terrível, mas, infelizmente, caímos. Com chances de se salvar no último jogo, o time foi mal escalado e perdeu por 3x1 para o Botafogo que não disputava nada na competição.

Foi então que o clube buscou uma reação, conseguiu o retorno a Série A no ano seguinte e foi vice-campeão da Copa do Brasil contra o Cruzeiro em 1993. Em 1994 fez um bom time para conquistar a Copa do Brasil, retornando a Libertadores, seu habitat natural.

A conquista

Jardel, o grande nome do Grêmio
Grêmio e Palmeiras na Libertadores de 1995

Via Copa do Brasil chegava o Grêmio para a disputa do maior título das Américas, a Copa Libertadores era a competição mais cobiçada pelo clube gaúcho e, de quebra, dava o direito a disputar o Mundial de Clubes contra o campeão da Europa.

O favorito naquele ano era o Palmeiras, a "Seleção Parmalat", como era chamada, era treinada pelo ex-técnico campeão do Mundo pelo Imortal, Valdir Espinosa, tinha Alex Alves, Roberto Carlos, Paulo Isidoro, Edmundo, Rivaldo e Cafú, somente citando alguns. Na época o clube era patrocinado pela empresa Parmalat (a mesma que levou o Juventude de Caxias do Sul aos maiores títulos de sua história) tinha muito dinheiro e comprou o que de melhor existia no mercado, era um time para ser campeão de tudo.

Além do Palmeiras, existiam outros rivais candidatos a taça, dentre eles o então campeão da Libertadores, Vélez Sársfield, o forte River Plate, os experientes Peñarol e Independiente, além das sensações da década, a escola de futebol Paraguaia, com Olímpia e Cerro Porteño. Sem dúvida Olímpia e River Plate eram as equipes mais perigosas, com os argentinos de Buenos Aires em alta e o clube alvinegro paraguaio batendo na trave nas edições anteriores, a dupla brasileira da competição poderia ter problemas.

Na primeira fase o Grêmio caiu no "grupo da morte", a nossa chave era o Grupo 4, com Palmeiras, Emelec e El Nacional. Iniciamos da pior forma, jogando em São Paulo contra o Palmeiras e com derrota, 3x2 para os rivais, o jogo foi disputado, com o Imortal conseguindo a igualdade duas vezes. No final, terminamos na segunda colocação com três vitórias, dois empates e uma derrota, sem conseguir vencer o Verdão Paulista.

O Capitão América, Adilson, com a Taça da Libertadores de 1995

As oitavas-de-final foram maldosas com o Tricolor, pegamos o adversário mais difícil entre os duelos, o Olímpia. Apesar da dificuldade, goleamos por 3x0 no Paraguai, um jogo e resultado excelentes. Depois da bela atuação confirmamos a classificação no Estádio Olímpico Monumental, com mais um 2x0. A próxima fase era contra o Palmeiras, uma verdadeira final antecipada da competição.

No dia 26 de julho, o Grêmio recebeu a equipe paulista para o primeiro jogo, no final o resultado de 5x0 assustava qualquer amante do futebol, os gaúchos trucidaram o rival e podiam perder por até 4x0 que ficariam com a vaga. Pouco preocupado, o time gremista foi para o jogo de volta em São Paulo para cumprir tabela e fez mais um gol (resultado até então 6X0) e dormiu, a consequência foi um perigosíssimo 5x1 que quase tirou o clube do caminho de mais um grande título, subestimamos o rival e quase pagamos pela arrogância.

Depois do susto, o Imortal seguiu para a semifinal contra bom Emelec. A equipe equatoriana nunca havia vencido uma competição continental, mas se fazia presente na Libertadores seguidamente e nas fazes anteriores despachou Cerro Porteño e Sporting Cristal. O primeiro jogo foi em Guayaquil, onde empatamos sem gols, no jogo de volta um resultado de 2x0 enchia de esperanças a nação tricolor, isso porque o grande rival de então, o temido River Plate, havia sido eliminado surpreendentemente pelo Atlético Nacional da Colômbia, jogando na Argentina.

Ao contrário do que havia acontecido em 1983, o Grêmio disputou o primeiro jogo da final no Estádio Olímpico Monumental. Com facilidade aplicamos 3x0 nos colombianos, com grande atuação da dupla Paulo Nunes e Jardel, mas permitimos o gol de honra rival, 3x1 no placar final. No segundo jogo resistimos à pressão de Medellin, empatamos por 1x1, e carimbamos nossa participação no Mundial de Clubes contra o fenômeno europeu, Ajax, que havia vencido em maio o grande Milan na final da Liga dos Campeões.

O time de Luiz Felipe Scolari, Arce, Danrlei, Adilson, Rivarola, Roger, Dinho, Paulo Nunes, Goiano, Arilson, Carlos Miguel e outros, ficou marcado na história do Imortal como um dos maiores plantéis já formados no clube, para alguns melhor até que o time Campeão do Mundo de 83. Não só a qualidade marcava aquele Grêmio, o amor a camisa e a raça foram essenciais para vencer equipes mais fortes, mas, talvez, não tão capacitadas para ser Campeã da Libertadores de 1995.

Equipes classificadas

País Equipe Classificação Fase
Argentina Argentina


(2 vagas + atual campeão)

Vélez Sársfield Campeão da Libertadores 1994 Oitavas de final
River Plate Campeão do Torneio Apertura 1993 Primeira fase
Independiente Campeão do Torneio Clausura 1994
Bolívia Bolívia


(2 vagas)

Bolívar Campeão do Campeonato Boliviano 1994
Jorge Wilstermann Vice-campeão do Campeonato Boliviano 1994
Brasil Brasil


(2 vagas)

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 1994
Palmeiras Campeão do Campeonato Brasileiro 1994
Chile Chile


(2 vagas)

Universidad de Chile Campeã do Campeonato Chileno 1994
Universidad Católica Vice-campeã do Campeonato Chileno 1994
Colômbia Colômbia


(2 vagas)

Atlético Nacional Campeão do Campeonato Colombiano 1994
Millonarios Vice-campeão do Campeonato Colombiano 1994
Equador Equador
(2 vagas)
Emelec Campeão do Campeonato Equatoriano 1994
El Nacional Vice-campeão do Campeonato Equatoriano 1994
Paraguai Paraguai


(2 vagas)

Cerro Porteño Campeão do Campeonato Paraguaio 1994
Olimpia Vice-campeão do Campeonato Paraguaio 1994
Perú Peru


(2 vagas)

Sporting Cristal Campeão do Campeonato Descentralizado 1994
Alianza Lima Campeão da Pré-Libertadores 1994
Uruguai Uruguai


(2 vagas)

Peñarol Campeão da Mini-Liga Pré-Libertadores 1994
Cerro Vice-campeão da Mini-Liga Pré-Libertadores 1994
Venezuela Venezuela


(2 vagas)

Caracas Campeão do Campeonato Venezuelano 1994
Trujillanos Vice-campeão do Campeonato Venezuelano 1994

Primeira fase

A primeira fase foi disputada entre 8 de fevereiro e 11 de abril. As três melhores equipes de cada grupo se classificaram para a fase final. O Vélez Sársfield, da Argentina, classificou-se diretamente às oitavas-de-final, por ter sido o campeão de 1994. Em caso de empate, uma partida de desempate seria realizada para determinar a classificação.

Classificados para a fase final
Eliminados da competição

Grupo 1

# Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Argentina River Plate 12 6 3 3 0 11 3 +8
2 Uruguai Peñarol 9 6 2 3 1 9 7 +2
3 Argentina Independiente 7 6 2 1 3 5 7 -2
4 Uruguai Cerro 4 6 1 1 4 5 13 -8
  RIV PEN IND CAC
River Plate 1–1 2–0 5–0
Peñarol 1–1 1–2 3–3
Independiente 1–1 0–1 2–1
Cerro 0–1 0–2 1–0

Grupo 2

# Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Paraguai Cerro Porteño 14 6 4 2 0 16 6 +10
2 Paraguai Olimpia 12 6 3 3 0 16 7 +9
3 Venezuela Caracas 6 6 2 0 4 8 18 -10
4 Venezuela Trujillanos 1 6 0 1 5 8 17 -9
  CPO OLI CAR TRU
Cerro Porteño 2–2 2–1 3–1
Olimpia 1–1 5–0 4–1
Caracas 0–6 1–2 3–2
Trujillanos 1–2 2–2 1–3

Grupo 3

# Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Colômbia Millonarios 10 6 3 1 2 11 8 +3
2 Colômbia Atlético Nacional 9 6 2 3 1 5 4 +1
3 Chile Universidad Católica¹ 7 6 2 1 3 10 14 -4
4 Chile Universidad de Chile¹ 7 6 2 1 3 10 14 -4
  MIL ATN UCA UCH
Millonarios 2–0 5–1 1–0
Atlético Nacional 0–0 3–1 1–0
Universidad Católica 4–1 1–1 2–0
Universidad de Chile 3–2 0–0 4–1

Grupo 4


# Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Brasil Palmeiras 13 6 4 1 1 15 5 +10
2 Brasil Grêmio 11 6 3 2 1 12 7 +5
3 Equador Emelec 5 6 1 2 3 8 12 -4
4 Equador El Nacional 4 6 1 1 4 3 14 -11
  PAL GRE EME ELN
Palmeiras 3–2 2–1 7–0
Grêmio 0–0 4–1 2–0
Emelec 1–2 2–2 1–1
El Nacional 1–0 1–2 0–2

Grupo 5

# Equipe Pts J V E D GP GC SG
1 Perú Sporting Cristal 12 6 3 3 0 15 4 +11
2 Bolívia Bolívar 9 6 2 3 1 8 5 +3
3 Perú Alianza Lima 5 6 1 2 3 10 11 -1
4 Bolívia Jorge Wilstermann 5 6 1 2 3 6 19 -13
  SCR BOL ALI JWI
Sporting Cristal 1–0 3–0 7–0
Bolívar 1–1 3–1 2–0
Alianza Lima 1–1 1–1 6–1
Jorge Wilstermann 2–2 1–1 2–1

Fase final


Oitavas de final Quartas de final Semifinais Final
 25 de abril a 4 de maio  21 de julho a 2 de agosto  9 e 16 de agosto  23 e 30 de agosto
                                                 
 Equador Emelec (pen) 2 0 2 (5)  
 Paraguai Cerro Porteño 0 2 2 (4)  
   Equador Emelec 3 1 4  
   Perú Sporting Cristal 1 1 2  
 Venezuela Caracas 2 3 5
 Perú Sporting Cristal 2 6 8  
   Equador Emelec 0 0 0  
   Brasil Grêmio 0 2 2  
 Paraguai Olimpia 0 0 0  
 Brasil Grêmio 3 2 5  
   Brasil Grêmio 5 1 6
   Brasil Palmeiras 0 5 5  
 Bolívia Bolívar 1 0 1
 Brasil Palmeiras 0 3 3  
   Brasil Grêmio 3 1 4
   Colômbia Atlético Nacional 1 1 2
 Colômbia Atlético Nacional 3 3 6  
 Uruguai Peñarol 1 1 2  
   Colômbia Atlético Nacional 2 1 3
   Colômbia Millonarios 1 1 2  
 Perú Alianza Lima 1 1 2
 Colômbia Millonarios 1 2 3  
   Colômbia Atlético Nacional (pen) 1 0 1 (8)
   Argentina River Plate 0 1 1 (7)  
 Chile Universidad Católica 2 1 3  
 Argentina River Plate 1 3 4  
   Argentina River Plate (pen) 1 0 1 (5)
   Argentina Vélez Sársfield 1 0 1 (3)  
 Argentina Independiente 0 2 2
 Argentina Vélez Sársfield 3 2 5  

Final

Em 30 de agosto de 1995, o time comandado pelo grande técnico gaúcho Luiz Felipe Scolari com diversos craques que marcariam um tempo áureo do clube, conquistou sua segunda Copa Libertadores da América, o papão dos anos 80 estava de volta após um curto período de crise e, assim como em 1983, tinha rivais, grandes rivais, muitos até melhores em qualidade, mas na raça e amor a camisa superávamos cada um dos obstáculos que nos eram impostos.


Copa Libertadores
Final - Jogo de ida
Grêmio Brasil 3 – 1 Colômbia Atlético Nacional Estádio Olímpico, Porto Alegre-RS Brasil
23 de agosto de 1995
21:45 (UTC -3)
Victor Marulanda (g.c.) Gol marcado aos 35 minutos de jogo 35'
Jardel Gol marcado aos 43 minutos de jogo 43'
Paulo Nunes Gol marcado aos 56 minutos de jogo 56'
Ficha Técnica Gol marcado aos 72 minutos de jogo 72' Juan Pablo Ángel Público: 60.797 (42.519 pagantes)
Renda: R$ 533.680,00
Árbitro: EquadorEQU Alfredo Rodas


Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Grêmio
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Atlético Nacional


Formação: 4-4-2
GL 1 Brasil Danrlei
LD 2 Paraguai Arce
ZG 24 Paraguai Rivarola
ZG 4 Brasil Adílson Capitão Penalizado com cartão amarelo após 59 minutos 59'
LE 6 Brasil Roger
VL 5 Brasil Dinho
VL 8 Brasil Luís Carlos Goiano
MC 19 Brasil Arílson Substituído após 89 minutos de jogo 89'
ME 11 Brasil Carlos Miguel
PD 7 Brasil Paulo Nunes Substituído após 83 minutos de jogo 83'
AT 16 Brasil Jardel
Substituições:
AT 10 Brasil Nildo Entrou em campo após 83 minutos 83'
MC 15 Brasil Alexandre Gaúcho Entrou em campo após 89 minutos 89'
Treinador:
Brasil Luiz Felipe Scolari
Reservas:
GL 12 Brasil Murilo
Formação: 4-4-2
GL 1 Colômbia René Higuita
LD 3 Colômbia José Santa
ZG 19 Colômbia Victor Marulanda
ZG 13 Colômbia Francisco Foronda
LE 17 Colômbia Francisco Mosquera Penalizado com cartão amarelo após 9 minutos 9'
VL 22 Colômbia Carlos Gutiérrez Penalizado com cartão amarelo após 36 minutos 36'
VL 10 Colômbia Mauricio Serna
MC 14 Colômbia Jaime Pabón Substituído após Intervalo minutos de jogo Intervalo'
ME 8 Colômbia Alexis García Capitão Penalizado com cartão amarelo após 63 minutos 63'
PD 21 Colômbia Juan Pablo Ángel Penalizado com cartão amarelo após 26 minutos 26'
AT 18 Colômbia Jaime Arango
Substituições:
AT 24 Colômbia William Matamba Entrou em campo após Intervalo minutos Intervalo'
Treinador:
Colômbia Juan José Peláez

Copa Libertadores
Final - Jogo de volta
Atlético Nacional Colômbia 1 – 1 Brasil Grêmio Estádio Atanasio Girardot, Medellín-AN Colômbia
30 de agosto de 1995
20:30 (UTC -5)
Victor Aristizábal Gol marcado aos 12 minutos de jogo 12' Ficha Técnica Gol marcado aos 86 minutos de jogo 86' (pen) Dinho Público: 52.000 aproximadamente
Árbitro: ChileCHI Salvador Imperatore M.


Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Atlético Nacional
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Grêmio


Formação: 4-4-2
GL 1 Colômbia René Higuita
LD 3 Colômbia José Santa Substituído após 57a minutos de jogo 57a'
ZG 19 Colômbia Victor Marulanda
ZG 13 Colômbia Francisco Foronda Penalizado com cartão amarelo após 29 minutos 29'
LE 17 Colômbia Francisco Mosquera Substituído após 82 minutos de jogo 82'
VL 22 Colômbia Carlos Gutiérrez Penalizado com cartão amarelo após 78 minutos 78'
VL 10 Colômbia Mauricio Serna Penalizado com cartão amarelo após 16 minutos 16'
MC 18 Colômbia Jaime Arango Substituído após 57b minutos de jogo 57b'
ME 8 Colômbia Alexis García Capitão
PD 21 Colômbia Juan Pablo Ángel
AT 9 Colômbia Victor Aristizábal
Substituições:
ZG 4 Colômbia Luís Herrera Entrou em campo após 57a minutos 57a'
AT 24 Colômbia William Matamba Entrou em campo após 57b minutos 57b'
MC 14 Colômbia Jaime Pabón Entrou em campo após 82 minutos 82'
Treinador:
Colômbia Juan José Peláez
Formação: 4-4-2
GL 1 Brasil Danrlei Penalizado com cartão amarelo após 27 minutos 27'
LD 2 Paraguai Arce Penalizado com cartão amarelo após 45 minutos 45'
ZG 24 Paraguai Rivarola Penalizado com cartão amarelo após 48 minutos 48'
ZG 4 Brasil Adílson Capitão Penalizado com cartão amarelo após 32 minutos 32'
LE 6 Brasil Roger
VL 5 Brasil Dinho Penalizado com cartão amarelo após 59 minutos 59'
VL 8 Brasil Luís Carlos Goiano Expulso a 86 minutos 86'
MC 19 Brasil Arílson Substituído após 78 minutos de jogo 78'
ME 11 Brasil Carlos Miguel
PD 7 Brasil Paulo Nunes Penalizado com cartão amarelo após 48 minutos 48' Substituído após 62 minutos de jogo 62'
AT 16 Brasil Jardel Substituído após 82 minutos de jogo 82'
Substituições:
MC 15 Brasil Alexandre Gaúcho Penalizado com cartão amarelo após 79 minutos 79' Entrou em campo após 62 minutos 62'
ZG 3 Brasil Luciano Dias Entrou em campo após 78 minutos 78'
AT 10 Brasil Nildo Entrou em campo após 82 minutos 82'
Treinador:
Brasil Luiz Felipe Scolari
Reservas:
GL 12 Brasil Murilo
VL 17 Brasil André Vieira

Premiação

Copa Libertadores da América de 1995
Brasil Grêmio Campeão Libertadores da América de 1995 Troféu da Copa Libertadores da América de 1995, conquistado pelo Grêmio.
Escudo Grêmio.png
Campeão
(2º título)

Gols

Copa Libertadores de 1995 - Bicampeonato
Jogo 01: Palmeiras 3x2 Grêmio
Jogo 02: Emelec 2x2 Grêmio
Jogo 03: El Nacional 1x2 Grêmio
Jogo 05: Grêmio 4x1 Emelec
Jogo 06: Grêmio 2x0 El Nacional
Jogo 07: Olimpia 0x3 Grêmio
Jogo 08: Grêmio 2x0 Olimpia
Jogo 09: Grêmio 5x0 Palmeiras
Jogo 10: Palmeiras 5x1 Grêmio
Jogo 12: Grêmio 2x0 Emelec
Jogo 13: Grêmio 3x1 Atletico Nacional
Jogo 14: Atletico Nacional 1x1 Grêmio

Estatísticas

Referências

Ligações externas

Ver também

PODCAST: A reconquista por improváveis