Alexi Stival

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Cuca
Cuca
Informações pessoais
Nome completo Alexi Stival
Data de nasc. 7 de junho de 1963 (56 anos)
Local de nasc. Curitiba, (PR),
Nacionalidade Brasil Brasil
Apelido Cuca
Informações profissionais
Posição (ex-Atacante)
Função Treinador
Números no Grêmio como Jogador
Jogos Gols Média
178 66 0.37
  • A estatística pode estar incompleta.
Números no Grêmio como Treinador
Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento
2 1               0               1 50%
  • A estatística pode estar incompleta.
Clubes profissionais
Anos Clubes
1983-1984
1984-1985
1985-1987
1987-1990
1990
1991
1992
1992
1993
1994
1994
1995
1996
1996
Brasil Pinheiros
Brasil Santa Cruz-RS
Brasil Juventude
Brasil Grêmio
Espanha Real Valladolid
Brasil Internacional
Brasil Grêmio
Brasil Palmeiras
Brasil Santos
Brasil Portuguesa
Brasil Remo
Brasil Juventude
Brasil Chapecoense
Brasil Coritiba
Seleção nacional
1991 Brasil 0001 0000(0)
Times/Equipes que treinou
Anos Clubes
1998
1999
1999
2000
2000
2001
2001
2002
2002
2003
2003
2004
2004
2005
2005
2005
2006–2008
2008
2008
2009
2009–2010
2010–2011
2011–2013
2014–2015
2016
2017
Uberlândia
Avaí
Brasil de Pelotas
Avaí
Inter de Limeira
Remo
Inter de Lages
Gama
Criciúma
Paraná
Goiás
São Paulo
Grêmio
Flamengo
Coritiba
São Caetano
Botafogo
Santos
Fluminense
Flamengo
Fluminense
Cruzeiro
Atlético Mineiro
Shandong Luneng
Palmeiras
Palmeiras

Alexi Stival,[1][2] mais conhecido como Cuca,[3] (Curitiba, 7 de junho de 1963) é um ex-futebolista e treinador brasileiro de futebol.

Carreira

Como jogador

Cuca iniciou sua carreira de jogador no Santa Cruz (RS), em 1984, e depois jogou os dois anos seguintes no Juventude, antes de chegar ao Grêmio.

No Grêmio, onde jogou de 1986 a 1990, e novamente em 1992[4], após breve passagem pela Espanha, Cuca destacou-se como um atacante de gols decisivos, como por exemplo o da final da Copa do Brasil de 1989, que deu o título ao Grêmio.

Em 1991, Cuca disputou um amistoso pela Seleção Brasileira contra a Seleção Paraguaia: 1–1. Nesse único jogo que Cuca disputou pela Seleção Brasileira, ele não fez gols.

Depois de deixar o Grêmio, Cuca teve passagens menos marcantes por outros grandes clubes, como Internacional, Palmeiras e Santos. Até que, em 1996, aos 33 anos de idade, e mesmo sendo declaradamente torcedor do Athletico Paranaense, decidiu encerrar sua carreira no Coritiba.

Como treinador

Dois anos após parar de jogar, formou-se em Educação Física e Ciência do Esporte. Então Cuca deu início a sua carreira de treinador à frente do Uberlândia. A notoriedade como treinador somente veio durante o Campeonato Brasileiro de Futebol de 2003, quando Cuca aceitou o convite para treinar o Goiás, que havia terminado o 1º turno na última posição. Em uma recuperação impressionante, o time do Goiás acabou a competição na nona colocação, classificando-se para a Copa Sul-Americana do ano seguinte.

São Paulo

Após o excelente trabalho no Goiás, a grande chance de Cuca surgiu com o interesse do São Paulo em tê-lo como treinador para a temporada seguinte. No comando do São Paulo, Cuca chegou até as semifinais da Libertadores de 2004, quando seu time foi eliminado pelo surpreendente Once Caldas. Desgastado com a diretoria do São Paulo, deixou o clube no mesmo ano, contudo, foi responsável pela contratação de jogadores como Fabão, Grafite e Danilo, que levariam o São Paulo à conquista da Libertadores e do Mundial de Clubes de 2005. Saiu do São Paulo em agosto de 2004.

Grêmio

Cuca seguiu sua carreira no Grêmio de setembro a dezembro de 2004, mas não obteve sucesso. O time foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

Flamengo

Estreou no Flamengo no dia 15 de fevereiro de 2005, quando o time empatou em 1–1. Cuca não fez sucesso no Flamengo e foi demitido em 16 de abril de 2005.

Coritiba

Estreou no Coritiba em 5 de maio de 2005 e foi demitido no dia 14 de outubro de 2005 após perder 3 vezes seguidas.

AD São Caetano

No São Caetano, estreou no final de 2005, mas não conseguiu se destacar novamente e não repetindo os bons trabalhos que o haviam tornado um treinador de fama.

Botafogo

Foi neste contexto que, em 2006, Cuca iniciou seu trabalho no Botafogo, um trabalho de dois anos que o recolocou no patamar dos melhores treinadores do Brasil. Responsável pela montagem de um time que contava com Dodô, Zé Roberto, Lúcio Flávio e Jorge Henrique, Cuca resgatou o Botafogo para a disputa de títulos nacionais.

Em 2007, o Botafogo era tido como o time de futebol mais vistoso no Brasil, e não foi à toa que aquela equipe liderou o Campeonato Brasileiro da 6ª até a 18ª rodada. No final, porém, o título acabou nas mãos do São Paulo, enquanto o Botafogo acabava a competição na nona posição. Paralelamente ao declínio no Brasileiro, o Botafogo viveu o drama da eliminação na Copa Sul-Americana, quando foi derrotado nas oitavas-de-final para o River Plate. Vencendo a partida por 2–1 e com o adversário com dois jogadores a menos, o Botafogo acabou permitindo a virada do time argentino, o que acabou desencadeando o pedido de demissão de Cuca.

Curiosamente, três jogos depois de pedir demissão, nove dias no total, Cuca aceitou retornar ao comando do Botafogo. Mantendo o bom trabalho, Cuca conseguiu levar o Botafogo às finais do Campeonato Carioca de 2008, contra o Flamengo, repetindo a decisão do ano anterior. Porém, o Botafogo perdeu o título para o Flamengo.

A falta de títulos, apesar de seu reconhecido bom trabalho à frente do Botafogo, acabou por resultar em seu desligamento com o clube alvinegro depois da eliminação na Copa do Brasil. Daí por diante, ainda em 2008, Cuca teve passagens desastrosas pelo Santos e Fluminense.

Segunda passagem pelo Flamengo

Em 2009, Cuca acertou sua ida para o Flamengo, quando enfim conseguiu conquistar seu primeiro título expressivo na carreira, quando o Flamengo sagrou-se tricampeão carioca diante do Botafogo. Em 22 de julho de 2009, Cuca foi demitido do time carioca, após trinta e nove jogos.[5] No total, Cuca teve dezenove vitórias, treze empates e sete derrotas.

Fluminense Football Club

Em 1 de setembro de 2009, Cuca foi anunciado novamente como novo treinador do Fluminense Football Club.[6] Quando chegou ao clube, o Fluminense era dado como rebaixado para Serie B. Matemáticos calculavam 98% de chance de rebaixamento. Foi nesse contexto que Cuca liderou o clube, que depois de ter trocado de técnico 4 vezes no mesmo ano, conseguiu a façanha: a fuga do rebaixamento em 2009. No mesmo ano, Cuca ainda conseguiu o vice-campeonato da Copa Sul-Americana.

Porém, em 19 de abril de 2010, com o fracasso da equipe no Campeonato Carioca, foi demitido.[7]

Cruzeiro

Em 8 de junho, Cuca foi anunciado como treinador do Cruzeiro, com contrato até dezembro de 2011.[8][9] Logo em sua estréia a equipe mineira conseguiu uma vitória de 2–0 sobre o Athletico Paranaense.[10] Durante os primeiros jogos, o trabalho de Cuca destacou-se pela melhoria da defesa da equipe. Em seis partidas, foram apenas 3 gols sofridos.[11][12]

Conseguiu garantir a classificação do Cruzeiro para a disputa da Libertadores de 2011 com antecedência, após a vitória sobre o Vasco por 3–1, em 21 de novembro. Terminou o campeonato com o clube na segunda colocação, apenas dois pontos atrás do campeão, o Fluminense. Em 2011 foi campeão mineiro; contudo, após uma eliminação precoce na Libertadores e um início ruim no Brasileiro, Cuca deixou o comando da equipe em junho de 2011, sendo substituído por Joel Santana.

Atlético Mineiro

Cuca foi anunciado como o novo treinador do Galo, em substituição a Dorival Júnior. Após perder as seis primeiras partidas, sendo duas pela Sul-Americana e quatro pelo brasileirão, ele chegou a entregar o cargo após a derrota para o arquirrival, porém foi convencido pelos jogadores a continuar como treinador da equipe. Cuca conseguiu equilibrar a equipe e começou uma campanha de recuperação incrível que livrou o time do rebaixamento para a Série B.

No primeiro semestre de 2012, Cuca conquistou novamente o Campeonato Mineiro, mas desta vez pelo Atlético e de forma invicta, o que não acontecia há 36 anos no clube. Nas oitavas de final da Copa do Brasil, após uma sequência de 14 jogos invictos no ano, intercalados entre Campeonato Mineiro e Copa do Brasil, o Atlético foi derrotado no Serra Dourada pelo Goiás no jogo de ida e não conseguiu reverter a situação em casa no jogo da volta, consequentemente sendo eliminado da competição. Com isto o time focou no Campeonato Brasileiro e se reforçou com nomes de peso como Ronaldinho Gaúcho, Victor e Jô. Cuca conseguiu montar um time veloz e perigoso nas bolas aéreas , e levou o Atlético ao vice-campeonato Brasileiro e consequentemente à Taça Libertadores, o que não ocorria desde 2000. Para muitos comentaristas de Futebol , o Atlético apresentava o melhor futebol da competição, e depois de uma campanha espetacular no primeiro turno, com 43 pontos em 19 partidas, o Atlético terminou o Campeonato com 72 pontos, 6 pontos atrás do Fluminense que foi o campeão naquele ano. Em 2013, levou o time a seu primeiro título da Libertadores, ao bater o Olímpia do Paraguai nas finais, em um jogo dramático, decidido nos pênaltis. Assim, dando adeus a fama de azarado.

Ao final de 2013, especulou-se a saída de Cuca do comando do Atlético Mineiro. Porém, no dia 20 de novembro de 2013, o presidente do Galo, Alexandre Kalil, deu fim às especulações. Anunciou a renovação do contrato do treinador, campeão da Libertadores, por mais um ano, até o final de 2014, quando Kalil encerra seu mandato de presidente.[13]

No dia 18 de dezembro após derrota por 3–1 para o Raja Casablanca, no Mundial de Clubes, foi confirmado sua saída do Atlético Mineiro, passando a partir de 2014 a treinar o time chinês.

Shandong Luneng

Cuca estreou no comando do Shandong Luneng com vitória de 1–0 sobre o Harbin Yiteng, em partida válida pela Super Liga Chinesa.[14] No Shandong Cuca foi campeão da Copa da China logo na primeira temporada e a Supercopa do país, em 2015. Mas não teve sucesso no campeonato nacional, terminando em terceiro lugar, mas ao menos garantindo a volta à etapa preliminar da próxima edição da Champions da Ásia. Na última edição do torneio continental, o time não foi bem, parando ainda na fase de grupos. Em 6 de dezembro de 2015 o treinador deixou o time chinês e foi substituído por outro brasileiro, Mano Menezes.[15]

Palmeiras

Em 12 de março de 2016, Cuca voltou ao Brasil como técnico do Palmeiras, onde foi jogador em 1992, assinando até o fim do ano.[16][17] Em abril, prometeu que seria campeão brasileiro[18] e, em 27 de Novembro de 2016, a promessa tornou-se realidade: Cuca consagrou-se campeão com o Palmeiras, com uma vitória por 1x0 sobre a Chapecoense, vencendo, assim, o Campeonato Brasileiro de 2016. A conquista encerrou um jejum de 22 anos do time paulista sem aquele título.[19] Três dias depois, o Palmeiras informou que Cuca não continuaria na equipe em 2017. O treinador citou razões pessoais para não seguir no comando.[20]

Segunda passagem pelo Palmeiras

Em 5 de maio de 2017, é anunciado o retorno de Cuca ao Palmeiras com contrato válido até o final de 2018.[21]

Reestreou pelo Palmeiras no dia 14 de maio, goleando o Vasco por 4x0 pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2017, no Allianz Parque. Acertou sua saída do clube em 13 de outubro de 2017.[22]

Estilo de Jogo

A marca mais importante da carreira de Cuca são os times que montou, não os troféus que ergueu.[23] Não a toa, o ex-jogador e treinador Mário Sérgio defendia a tese de que Cuca é o treinador brasileiro que melhor indica jogadores para serem contratados para suas equipes.[24]

Em 2007, no Botafogo, Cuca despontou de fato para o futebol brasileiro como um "técnico inventivo, de soluções criativas para a equipe".[25] O Botafogo de 2007 destacava-se muito pela movimentação, a ponto de ser chamado de “Carrossel Alvinegro”, e pelas variações táticas, às vezes dentro de uma mesma partida. No Atlético Mineiro, campeão da Libertadores, time que ficou conhecido como "Galo Doido", Cuca apostava bastante nas bolas longas e era espaçado dentro de campo, aproveitando a qualidade de Jô como pivô, os cruzamentos dos laterais, e marcando bastante para dar liberdade para Ronaldinho Gaúcho criar. Isso causava uma certa instabilidade defensiva, que era compensada no volume de jogo extravagante quando as partidas eram disputadas no Independência.[26]

Mesmo com esses atributos, porém, André Rocha diz que "Cuca é mais um técnico antiquado nos conceitos de jogo.[25] É um técnico híbrido, com intensidade e vocação ofensiva, mas anacrônicos encaixes individuais e ligações diretas."[27]

"Cucabol"

Em 2016, o jornalista Mauro Cezar Pereira, da ESPN, cunhou o termo "Cucabol" para definir o estilo de jogo do treinador, que vinha desde seus tempos de Atlético Mineiro. Segundo o jornalista, "quando sob pressão, precisando buscar o resultado, o Cucabol usa e abusa de cruzamentos na área adversária, inclusive com as mãos, em cobranças de lateral".[25] O blogueiro e jornalista Ricardo Perrone, defende que "Cucabol, assim como o Muricybol foi no São Paulo, não é sinônimo de pobreza tática. Expressões assim remetem a times bem treinados, que executam fundamentos com perfeição na maior parte do tempo. São casos em que o suor derramado nos treinamentos faz a estratégia estabelecida dar certo."[28]

Origem do apelido

O nome do técnico é Alexi Stival, mas o treinador recebeu o apelido por ter sido uma criança muito bagunceira na infância, vivida em Curitiba.

Títulos

Como jogador

Grêmio
Internacional
Remo
  • Campeonato Paraense: 1994
Chapecoense
  • Campeonato Catarinense: 1996

Como treinador

Botafogo
  • Copa Peregrino: 2008
  • Taça Rio: 2007 e 2008
Flamengo
  • Campeonato Carioca: 2009
  • Taça Guanabara: 2009
Cruzeiro
  • Campeonato Mineiro: 2011
Atlético Mineiro
Shandong Luneng
  • Copa da China: 2014
  • Supercopa da China: 2015
Palmeiras

Prêmios individuais

Referências

  1. espbr.com (7 de julho de 2009). Todos pelo professor.
  2. Atlético fará coletiva de imprensa para anúncio de Cuca, nesta tarde (8 de agosto de 2011).
  3. Cuca explica origem de apelido 'que virou nome'. Visitado em 2015-08-24.
  4. Agradecemos ao torcedor do Internacional e pesquisador esportivo Alvirubro, por informações contidas nesse artigo, que permitiram recuperar parte importante da história do Grêmio.
  5. GloboEsporte.com (22 de julho de 2009). Cuca não é mais técnico do Flamengo.
  6. GloboEsporte.com (1 de setembro de 2009). Desmotivado, Renato Portaluppi é demitido do Flu, e Cuca assume o cargo.
  7. GloboEsporte.com (19 de abril de 2010). Cuca é demitido do Fluminense. Muricy Ramalho é o mais cotado.
  8. Cruzeiro acerta com o técnico Cuca Página oficial do Cruzeiro
  9. Cuca chega ao Cruzeiro com a meta de fazer trabalho de longo prazo UOL Esporte
  10. Cruzeiro se reabilita na estreia de Cuca e derruba o Athletico Paranaense iG Esporte
  11. Defesa é o ponto forte do Cruzeiro comandado pelo técnico Cuca Globoesporte.com
  12. Defesa do Cruzeiro é uma das menos vazadas do Brasileirão Brasil Esporte
  13. Pelo twitter, Kalil anuncia renovação de contrato do técnico Cuca Globoesporte.com
  14. Técnico Cuca estreia com vitória na China UOL Mais (08/03/2014).
  15. Shandong Luneng confirma saída de Cuca e contratação de Mano Menezes Globoesporte.com (06/12/2015).
  16. Cuca assina contrato com o Palmeiras e será apresentado na segunda-feira GloboEsporte (12 de Março de 2016).
  17. Palmeiras confirma contratação de Cuca como novo treinador Terra (13/03/2016).
  18. Cuca enaltece garra e projeta Brasileiro: "Seremos campeões" GloboEsporte (24 de Abril de 2016).
  19. É enea! Palmeiras bate Chapecoense e conquista o Campeonato Brasileiro GloboEsporte (27 de Novembro de 2016).
  20. Por questões pessoais, Cuca não seguirá no Palmeiras Palmeiras (30 de novembro de 2016).
  21. Cuca acerta até o fim de 2018 e está de volta ao comando do Palmeiras www.lance.com.br. Visitado em 2017-05-06.
  22. Após decisão em comum acordo, Cuca não é mais técnico do Palmeiras palmeiras.com.br. Visitado em 2017-10-13.
  23. esportes.estadao.com.br/ Cuca monta grandes times, mas coleciona poucos títulos
  24. foxsports.com.br/ Cuca "contrata" melhor que Tite, opina Mário Sérgio
  25. 25,0 25,1 25,2 espn.uol.com.br/ Cucabol
  26. trivela.uol.com.br/ Ex-jogadores de Cuca explicam por que ele é um técnico que vai muito além do Galo Doido
  27. andrerocha.blogosfera.uol.com.br/ Cuca, o técnico “híbrido” e complexo que volta ao Brasil
  28. blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/ Opinião: Cuca deve ter orgulho do “Cucabol”
  29. Cuca explica origem de apelido 'que virou nome'. Visitado em 2015-08-24.

Ligações externas


Referências