Na Vila, foi bicampeão paulista (55/56) no time ainda sem Pelé, mas que tinha Zito, Formiga, Vasconcelos, Manga, os irmãos Álvaro e Ramiro.
Após atuar na Portuguesa Santista, transferiu-se para o Grêmio em meados do ano de 1958, permanecendo até fevereiro do ano seguinte. Voltou ao Peixe, já com Edson Arantes do Nascimento. "Ele (Pelé) é que jogou comigo, pois eu já era bicampeão", costumava dizer Alfredinho.
Depois, foi auxiliar-técnico de Lula no Santos, onde conquistou em 63 o título mais importante, o bicampeonato mundial contra o Milan, no Maracanã.
A partir daí, trilhou uma longa carreira de treinador, que lhe rendeu uma vivência de 50 anos no futebol - 18 como jogador e 32 como técnico.
Na função de comandante, Alfredinho tornou-se personagem folclórico no interior paulista, sendo apelidado até de "Bruxo". Isso porque, segundo ele, fez a proeza de evitar 18 rebaixamentos em campeonatos estaduais. Dizia que tinha livrado do descenso, quatro vezes cada, Comercial, Botafogo-SP e Marília.