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Símbolos do Grêmio

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Mascote
==Mascote==
Em Não são precisas as informações a respeito do mascote do [[1949Grêmio]] circulava nos veículos de jornalismo, mais precisamente no Jornal Folha da Tarde/Correio do Povo, charge com sete personagens representando os clubes mas o fato principal confirmado pelas diversas fontes é que disputavam o mascote do Grêmio foi instituído graças a criação do chargista [[Campeonato Citadino de 1949Pompeo (Chargista)|Campeonato CitadinoPompeo]]. Criação do chargista Pompeu, a obra bem humorada trazia como personagem profissional do Grêmio um Mosqueteiro, a torcida gremista gostou jornal [[Folha da ideia e começou a levar o personagem desenhado em faixas com os dizeres "Com o GrêmioTarde]], onde estiver o Grêmio"no ano de [[1946]].
Algumas fontes dizem que as tiras de charge eram publicadas nas segundas-feiras, outros dizem que eram nas terças-feiras e quintas-feiras, independente disso, é fato comprovado que fizeram razoável sucesso entre os torcedores, sobretudo os gremistas, que levavam a imagem do mosqueteiro, criada por Pompeo ao estádio. Segundo informações, a imagem do mosqueteiro foi reproduzida em faixa com dizeres "Com o Grêmio, onde estiver o Grêmio", que futuramente foram adaptados e incorporados ao hino do clube, composto por [[Lupicínio Rodrigues]]. A frase acompanhou o desenho do mosqueteiro e ambos acabaram fazendo sucesso e parte da história do clube. No livro '''Futebol e identidade social''' de Arlei Sander Damo, o escritor cita relato do gremista ilustre e supostamente um dos autores da faixa supracitada, [[Salim Nigri]], sobre a história por trás do mascote gremista: ::''Segundo Salin, o mosqueteiro foi mesmo invenção do chargista Pompeu, da Folha da Tarde/Correio do Povo. Antes mesmo de iniciar o Campeonato Gaúcho de 1946, disputado apenas pelos clubes de Porto Alegre, a Folha da Tarde já anunciava que, às terças e sextas-feiras, seriam publicadas as charges do Pompeu e fazia uma breve explanação sobre o enredo e o perfil dos personagens. Resumidamente, “O Casamento da Rosinha” era uma metáfora sexual na qual a rosinha, “moça esbelta e vaidosa”, simbolizava o campeonato e, seus pretendentes, os clubes. Tinha o Zé Marmita, representando os colorados – “democrata cem por cento/quando surge o povo grita/Salve o Dr.Marmita”-, o Mosqueteiro, gremista – “esgrimista das palavras e da pelota” – e outros como o Seu Dindim, do Força e Luz – clube ligado à Companhia Carris, responsável pelos bondes – e o Seu Sertório, do Renner – um dos últimos “clubes de fábrica” do futebol gaúcho. O flerte da semana seguia de acordo com os resultados do domingo e, à medida que se aproximava o final do campeonato, a Rosinha voltava as suas atenções apenas para o Zé Marmita e Mosqueteiro, tendo, este Último, seduzido a moça. Cf Folha da Tarde entre 18/5/1946 e 1/10/1946.'' A adesão ao mosqueteiro acabou adotado pelo como mascote do clube aconteceu ainda em [[1946]]. Segundo o [[Grêmio]]<ref name="www.gremio.net">{{citar web|url=http://www.gremio.net/page/view.aspx?i=historia|título=História do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense|acessodata=27 de agosto de 2015|autor=Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense|publicado=Google}}</ref>, o mascote ''simboliza a união e a bravura com que os gremistas se entregam à disputa, seguindo o espírito de “um por todos e todos por um”, como os mosqueteiros do romance de Alexandre Dumas''. O mascote possuiu inúmeras formas, inicialmente foi baseado na figura de um folclórico diretor gremista, Francisco Maineri. O primeiro mascote foi retratado como um sujeito rechonchudo e alegre, posteriormente surgiram outras imagens, oficiais ou não, sendo que atualmente o Grêmio adota um mascote atlético e alegre, criado nos anos [[2000]]. Abaixo alguns mascotes oficiais ou não, relacionados ao Grêmio :   ===Jornal O Mosqueteiro===Para difundir a ideia do Mosqueteiro como mascote oficialdo clube, foi criado em [[1946]] o [[Jornal O Mosqueteiro]] que trazia notícias e curiosidades sobre o Grêmio. == Publicações ==; Livros* DAMO, Arlei Sander. '''Futebol e identidade social. Uma leitura antropológica das rivalidades entre torcedores e clubes'''. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2002.ISBN 85-7025-635-3 {{referencias}}

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